Quem acha que o banco da praça serve apenas como simples e singelo lugar para você descansar ou apreciar as paisagens, saiba que o dinamarquês Jeppe Hein irá fazer você refletir sobre isso. Ele quebra a nossa expectativa e nos convida a interagir com bancos, ou pelo menos, nos deixa curioso de como podemos utilizá-los. Ele diz que suas instalações artísticas tem função social. Realmente, “o mesmo banco, a mesma praça, tudo é igual,” não fazem parte do contexto desse dinamarquês. Que tal uma boa conversa em um deles?