Carne que não é feita de animais ganha registro e está perto de ser vendida

Parece haver um apelo crescente para a criação de produtos alimentícios sustentáveis ​​e, mais recentemente, a carne foi colocada em primeiro lugar na lista em que os cientistas estão trabalhando. A meta é cultivar carne em laboratório sem a necessidade de matar animais. De fato, uma empresa com o nome de Impossible Foods criou um hambúrguer feito de plantas em que diz-se ser possível olhar, degustar e sentir as mesmas sensações de um hambúrguer real.

Agora parece que a empresa está um passo mais perto de ganhar maior aceitação pois a FDA, equivalente a Anvisa no Brasil, recentemente deu à empresa o selo de aprovação de produção e revenda, onde a agência declarou oficialmente que o Impossible Burger é seguro para comer. Embora a Impossible Foods tenha apresentado seu pedido em 2014, parece que houve alguma controvérsia em relação a um ingrediente-chave: a Leg-hemoglobina de soja.

A comida impossível

Isso porque a leg-hemoglobina de soja tem o potencial de causar alergias e outros efeitos adversos. A proteína é encontrada nas raízes das plantas de soja, mas como essa parte não é comida, havia preocupações quanto à sua segurança. No entanto, a Impossible Foods conseguiu convencer a FDA através de estudos sobre a proteína em que se constatou que consumi-la como parte de nossa dieta não produz efeitos ruins, e que ela tem um “risco muito baixo de alergenicidade”.

De acordo com o CEO da empresa, Dr. Patrick O. Brown, “Obter o selo de aprovação descarta novos questionamentos e atesta nossa estrita conformidade com todos os regulamentos federais de segurança alimentar. Priorizamos a segurança e a transparência desde o primeiro dia, e eles sempre serão elementos centrais da cultura de nossa empresa.”

O que você pensa à respeito?

Compartilhe com seus amigos.

About Gabriel Pietro

view all posts

Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao amplo público brasileiro. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para o Sociologia Líquida, Explicando, Segredos do Mundo, Área de Mulher, Criatives, Razões para Acreditar e Feedty. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.