Esses são os idiomas mais fáceis de se aprender, de acordo com a Ciência

Aprender um idioma não é uma tarefa fácil, especialmente se você parou de praticar ou estudar muito cedo. Vários estudos recomendam aprender um novo idioma além do nativo durante a infância, que é quando outras linguagens são aprendidas mais facilmente.

Caso você esteja pensando em estudar uma segunda língua em breve, compilamos alguns infográficos que ajudarão você a responder à pergunta: quais são as linguagens mais fáceis e difíceis de aprender?

Para realizar os infográficos, foram utilizados dados extraídos do Instituto de Relações Exteriores do Departamento de Estado dos EUA – uma instituição dedicada ao ensino de idiomas para funcionários dos EUA que precisam trabalhar em outros países.

Tenha em mente que esses dados se referem à facilidade de aprender com relação ao inglês. No entanto, o português tem uma estrutura semelhante e uma raiz comum, e pode servir de comparação em mesma medida.

Europa e seus idiomas mais fáceis de aprender

Basicamente, compartilhamos palavras e estruturas sintáticas com a maioria das línguas faladas na Europa. Com exceção do africâner, que tem origem holandesa. Na lista dos mais simples estão: espanhol, português, francês, italiano, romeno, alemão e sueco. A média para aprender gira em torno 23 a 24 semanas, com cerca de 576 a 600 horas de aula.

Dificuldade média de aprendizagem

Em um ponto intermediário, há um conjunto de idiomas que têm diferenças importantes com o inglês, e por conseguinte, com o português. Entre eles estão o russo, o sérvio, o grego, o hindu ou o hebraico. Para aprender estas línguas, leva-se em média 44 semanas e mais de mil horas de aula para entender e falar fluentemente.

Os mais difíceis são recheados de símbolos

Finalmente, temos as linguagens mais difíceis de aprender, que estão sempre em todas as listas. Trata-se do árabe, do japonês, do chinês e do coreano. Eles exigem 88 semanas de aprendizado intensivo e cerca de 2.000 horas de aula. São línguas muito diferentes das que são faladas no resto do mundo.

Por exemplo, para aprender chinês, você tem que memorizar milhares de símbolos e caracteres diferentes, e há palavras que mudam seu significado de acordo com o tom da voz. O japonês também tem milhares de letras, três sistemas de escrita diferentes e dois sistemas silábicos.

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About Gabriel Pietro

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Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao amplo público brasileiro. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para o Sociologia Líquida, Explicando, Segredos do Mundo, Área de Mulher, Criatives, Razões para Acreditar e Feedty. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.