Bolinhas de plástico foram a solução para economizar água na cidade e a explicação fará você pensar “Como ninguém pensou nisso antes?”

A mudança climática é um problema crescente em todo o mundo. Na Califórnia, por exemplo, já que há alguns anos a seca afeta seriamente a população, não há outro caminho a não ser procurar maneiras incomuns de combater a seca e preservar o líquido vital, a água, armazenada em seus reservatórios.

Uma dessas medidas é o lançamento de mais de 96 milhões de pequenas bolinhas de plástico preto sobre um lago da cidade de Los Angeles para criar uma camada que não permite que os raios de Sol penetrem na água. As bolinhas foram apelidadas pelos moradores locais de “bolinhas de sombra”.

As milhões de bolinhas de plástico preto, que custaram individualmente 36 centavos de dólar cada, são projetadas para ajudar a proteger a água, além dos raios solares, também contra a poeira, chuva, produtos químicos, poluição e vida selvagem, além de evitar que mais de 1,135 milhões de litros de água evaporem todos os anos. Com essa quantidade de água, se poderia fornecer água a 8.100 pessoas durante um ano inteiro, segundo o jornal The Guardian.

Confira o vídeo:

Legenda: As últimas 20.000 bolinhas de um total de 96 milhões são liberadas em um reservatório de Los Angeles para ajudar a conservar a água na Califórnia, atingida pela seca. As bolas de plástico flutuantes, que custam 36 centavos cada, reduzem a evaporação e protegem a água contra a contaminação.

A ideia de cobrir um reservatório com “bolas de sombra” é atribuída ao Dr. Brian White, pesquisador, agora aposentado, do Departamento de Água e Energia de Los Angeles.

O custo total do projeto foi de US$ 34,5 milhões.

Compartilhe o post com seus amigos!

About Gabriel Pietro

view all posts

Gabriel Pietro têm 19 anos, é Web Designer e Criador de Conteúdo do Acervo Ciência, escrevendo diariamente para o site. Já bancou uma de técnico de informática, e ainda banca de astrônomo amador, sua maior paixão. Atualmente gradua-se no curso de Gestão da Informação, na Universidade Federal de Uberlândia, que não sabe se é de exatas ou de humanas. Assim como ele. Também é aficionado por cinema, comics, política, economia, tretas e música indie. Bata tudo isso no liquidificador e tente entender sua cabeça.