7 pessoas que tentam mudar o mundo através da arte e bondade

A bondade é uma característica essencial da humanidade, daqueles que possuem forte inclinação para fazer o bem. Ter bondade é ser uma pessoa benevolente, amável, e procurar sempre ajudar o próximo. Para exercê-la não é necessário ser complexo; grandes ações podem ser feitas a partir de gestos simples, seja um elogio, gentileza ou reconhecimento.

Por sorte, muitos indivíduos inspiram e motivam a partir dela. Dentre muitos, separamos sete artistas que decidiram fazer a diferença e mudar o mundo para melhor através de sua arte. Confira abaixo!

1. Os “bondes do orgulho” de Gotemburgo

“Bondes do Orgulho” é um projeto do governo de Gotemburgo em que jovens artistas repintaram os bondes icônicos. Pintores usaram cores do arco-íris e todos os bondes adquiriram o próprio estilo: do bonde vermelho 5 ao bonde roxo 8. Todos os dias, durante o EuroPride, os cidadãos de Gotemburgo podem ver o arco-íris todo móvel que atravessa a cidade.

2. Tyree Guyton

Em 1986, o artista Tyree Guyton retornou a Heidelberg e viu que a rua de Detroit, onde ele cresceu, estava arruinada, transbordando de drogas e cheia de pobreza. Guyton foi incentivado por seu avô a encontrar uma solução e pegar um pincel em vez de uma arma. É assim que o Projeto Heidelberg foi criado e projetado para melhorar a vida das pessoas e dos bairros através da arte. O projeto inclui ao mesmo tempo pintura, escultura e instalação. Casas abandonadas, carros enferrujados, televisores, aspiradores de pó e refrigeradores foram organizados em composições e pintados em cores vívidas. Heidelberg começou a atrair turistas e Tyree Guyton recebeu vários prêmios internacionais.

3. Jan Vorman e Lego Dispatchwork

Muitos de nós não gostam de viver em uma cidade cinzenta e monótona, e o artista alemão Jan Foreman tenta mudar isso. Uma vez, ele notou que o Lego muitas vezes representa a vida mais comum dos adultos: casas, carros, escritórios. Mas o Lego faz tudo parecer mais atraente porque é todo colorido. Jan Vormann criou o projeto Dispatchwork, onde ele viaja pelo mundo e “restaura” edifícios usando Lego.

4. Roberto Mamani Mamani

O artista boliviano Roberto Mamani Mamani é um artista aimará e sua obra é marcada pela tradição e símbolos indígenas aimara.

Mamani Mamani diz que sua avó o incentivou a pintar e explicou como é importante lembrar suas origens e dar nova vida à cultura do povo andino.

O artista pintou figuras nas paredes de edifícios construídos pelo estado para reassentar os pobres. O projeto foi criado a uma altitude de 4 mil metros acima do nível do mar – essa é uma altura recorde!

Mamani Mamani diz que essas pessoas não tinham absolutamente nada e agora elas têm casas pintadas maravilhosas e que é importante compartilhar algo que podemos dar uns aos outros.

5. Agnes Kasparkova

Agnes Kasparkova é uma artista de rua tcheca de 91 anos.

Uma vez, ela decidiu transformar sua pequena aldeia de Luka, na República Tcheca, em algo incrível e de tirar o fôlego. Toda primavera e todo verão nos últimos 40 anos, ela desenha padrões nas casas e acrescenta beleza a sua aldeia. Agnes queria transformar este lugar, dando-lhe uma coloração nacional. Seus desenhos são admirados por todos os habitantes da aldeia. Agnes se tornou uma verdadeira celebridade! O mais surpreendente é que a artista não pensa no futuro enquanto desenha e ela mesma não sabe como será o resultado!

6. Patrick Commecy

 

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O artista francês Patrick Commecy e sua equipe desenham murais grafitados realistas nas paredes dos edifícios. São pessoas que tornam este mundo mais vívido. Eles não contam com outros, fazem tudo sozinhos. Quando a equipe vê uma fachada desagradável, eles pegam tinta e pincéis e transformam ruas simples em galerias e casas comuns em locais dignos de serem vistos. Commecy tende a desenhar ilusões de ótica. Como resultado, as casas têm novas janelas e varandas pintadas.

7. Germen Crew

Um grupo de 13 artistas de rua chamado Germen Crew foi convidado pelas autoridades da cidade de Palmitas para pintar as paredes de casas cinzentas sujas. Os caras tiveram que trabalhar com uma tela de 20 mil metros quadrados.

Todo o processo levou cerca de 5 meses, mas o resultado valeu a pena. 209 casas, onde vivem 1.808 pessoas, foram pintadas de todas as cores do arco-íris. Os moradores perceberam essa transformação de forma muito positiva. Mas o mais importante, as cores brilhantes ajudaram a reduzir o nível de criminalidade na cidade. O indicador aproximou-se praticamente de zero.

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About Gabriel Pietro

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Gabriel Pietro têm 19 anos, é Web Designer e Criador de Conteúdo do Acervo Ciência, escrevendo diariamente para o site. Já bancou uma de técnico de informática, e ainda banca de astrônomo amador, sua maior paixão. Atualmente gradua-se no curso de Gestão da Informação, na Universidade Federal de Uberlândia, que não sabe se é de exatas ou de humanas. Assim como ele. Também é aficionado por cinema, comics, política, economia, tretas e música indie. Bata tudo isso no liquidificador e tente entender sua cabeça.